Um levantamento feito por uma empresa de segurança da informação, feito nos meses de julho, agosto e setembro, mostra que 60{be21aff5be3cba7028740b00cdbe399c24634d1e7557f45813432b660e944eb8} das empresas de pequeno porte já foram infectadas por um ransomware, código malicioso que se tornou um dos malwares mais comuns na internet.
Das 285 empresas consultadas pela BluePex, 170 indicaram já terem sido contaminadas. O levantamento levou em consideração negócios com faturamento anual a partir de R$ 4 milhões.
O resultado do levantamento é alarmante, porque, segundo pesquisa recente, 20{be21aff5be3cba7028740b00cdbe399c24634d1e7557f45813432b660e944eb8} das pequenas e médias empresas que sofrem o primeiro ataque acabam quebrando. Lembre-se que o Brasil é país que recebe mais ataques cibernéticos da América Latina
A maioria dessas empresas, acabam optando por soluções caseiras, antivírus gratuitos, o que são completamente vulneráveis, além de não ter o acompanhamento de um especialista, acreditam estar seguras, quando na verdade sem o devido conhecimento da segurança de seus dados.
O estudo apontou, ainda, que nos ataques relatados os criminosos exigiram, em média, 0,3 a 0,4 do valor de um bitcoin (cerca de R$ 9,6 mil); todos os segmentos são vulneráveis, porém alguns setores têm sido mais afetados, tais como empresas varejistas e atacadistas, que dependem do bom funcionamento dos sistemas de PDV para continuar faturando, além de escritórios de advocacia e contabilidade.
A proteção de dados sigilosos é um aspecto crítico ao funcionamento das empresas e a paralisação da operação gera impactos imediatos no faturamento. Os atacantes veem isso como uma oportunidade e não há limites para a extorsão. Nada garante que os criminosos devolvam os dados após o pagamento do primeiro resgate.
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