Apesar de se tratar de um ataque relativamente simples, BECs podem render pagamentos altos
No primeiro semestre de 2018 que os golpes por ataques a e-mails corporativos (BEC – Business Email Compromise) causaram mais prejuízo do que o estipulado.
A previsão era a de que as perdas excederiam US$ 9 bilhões este ano, porém um relatório do Federal Bureau of Investigation (FBI) sobre BEC e as ameaças e contas de e-mail (EAC – Email Account Compromise) mostra o quão grave o problema se tornou para as empresas: as perdas globais acumuladas (de outubro de 2013 a maio de 2018) atingiram US$ 12,5 bilhões. O número ainda tende a crescer.
Como funciona?
Os golpes BEC são bastante diretos, confiando mais na inteligência e engenharia social de código aberto do que no conhecimento técnico de alto nível. Em um esquema típico de BEC, um scammer se faz passar por um executivo de alto escalão e engana um funcionário (geralmente alguém ligado ao departamento financeiro) para transferir fundos para a conta do scammer. Os golpes BEC exigem recursos relativamente menores e, ainda assim, podem render pagamentos altos.
Para evitar ameaças baseadas em e-mail, as empresas precisam olhar para além da detecção baseada em arquivo e considerar as tecnologias de reputação de e-mail. Além de treinar os usuários e realizar constantes atualizações nas proteções da empresa, e ter a melhor proteçao contra esse tipo de vulnerabilidade. É por isso que criamos o MailSec, plataforma que filtra e assegura que os e-mails recebidos por não são falsos, maliciosos. Uma camada de proteção extra que fica entre o remetente, e age antes do e-mail malicioso chegar.
Balanço:
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